Tava cansado da viagem
Sem dinheiro pra comer
Se meu careta é bobagem
Eu não sei o que fazer
Já não tenho a juventude
Dessa nova galera
Outro dia até fui rude
Gritaram "o tio, vê se manera"
Já não sou como antes
Mas ainda tenho o tesão
De fazer o que quiser
Com uma guitarra na mão
Já notei como antes
Nos bons e velhos tempos
A gente falava o que queria falar
A vida não para
Mesmo aqui na estrada
A porta do carro aberta
E eu vou acender mais um cigarro
quarta-feira, 27 de abril de 2011
domingo, 24 de abril de 2011
Não confio em vocês
Eu não gosto da polícia
Eu não confio senadores
O meu voto eu não vendo
Pra nenhum dos governadores
Não gosto, não quero, não confio em vocês
Onde estão os meus direitos
Que vocês já engoliram
Porcos sujos e famintos
Ainda não me destruiram
Não gosto, não quero, não confio em vocês
E o sol da liberdade
Que não brilha mais no céu desse Brasil.
Eu não confio senadores
O meu voto eu não vendo
Pra nenhum dos governadores
Não gosto, não quero, não confio em vocês
Onde estão os meus direitos
Que vocês já engoliram
Porcos sujos e famintos
Ainda não me destruiram
Não gosto, não quero, não confio em vocês
E o sol da liberdade
Que não brilha mais no céu desse Brasil.
quarta-feira, 13 de abril de 2011
Iron Miaden - Rainmaker
Criador de Chuva
Quando eu estava vagando pelo deserto E procurando pela verdade
Eu ouvi um coro angelical chamando por meu nome
Eu tive o pressentimento que minha vida nunca mais seria a mesma
Eu virei meu rosto na direção do sol estéril
E eu sei da dor que você sente assim como eu
E eu sonho com a chuva enquanto ela cai por sobre as folhas
E as rachaduras em nossas vidas como as rachaduras no chão
Elas estão fechadas e agora são lavadas embora
Você me diz que podemos começar a chuva
Você me diz que todos podemos mudar
Você me diz que podemos encontrar algo para lavar as lágrimas embora
Você me diz que podemos começar a chuva
Você me diz que todos podemos mudar
Você me diz que podemos encontrar algo para lavar as lágrimas embora
E eu sei da dor que você sente assim como eu
E eu sonho com a chuva enquanto ela cai por sobre as folhas
E as rachaduras em nossas no chão como as rachaduras em nossas vidas
Elas estão fechadas e estão agora distantes
Você me diz que podemos começar a chuva
Você me diz que todos podemos mudar
Você me diz que podemos encontrar algo para lavar as lágrimas embora
Você me diz que podemos começar a chuva
Você me diz que todos podemos mudar
Você me diz que podemos encontrar algo para lavar as lágrimas embora
Você me diz que podemos começar a chuva
Você me diz que todos podemos mudar
Você me diz que podemos encontrar algo para lavar as lágrimas embora
Você me diz que podemos começar a chuva
Você me diz que todos podemos mudar
Você me diz que podemos encontrar algo para lavar as lágrimas embora
E eu sei da dor que você sente assim como eu
E eu sonho com a chuva enquanto ela cai por sobre as folhas
E as rachaduras em nossas no chão como as rachaduras em nossas vidas
Elas estão fechadas e estão agora distantes
domingo, 10 de abril de 2011
Corrida de camelos
São vinte vidas pras máquinas de fogo
É uma corrida de camelos
O cheiro te pega com a mão na butija
É uma corrida de camelos
Atrás dos arbustos abriga o desejo
É uma corrida de camelos
Roupas largas pra te proteger
É uma corrida de camelos
Ouvindo a morte, fazendo pensar
É uma corrida de camelos
Rasgando e queimando dentro do corpo
É uma corrida de camelos
Onde estão seus amigos?
Meu gás acabou
Onde vai tão cedo?
É uma corrida de camelos
4,50 no posto
5 reais no mercado
Futuro com medo
É uma corrida de camelos
É uma corrida de camelos
O cheiro te pega com a mão na butija
É uma corrida de camelos
Atrás dos arbustos abriga o desejo
É uma corrida de camelos
Roupas largas pra te proteger
É uma corrida de camelos
Ouvindo a morte, fazendo pensar
É uma corrida de camelos
Rasgando e queimando dentro do corpo
É uma corrida de camelos
Onde estão seus amigos?
Meu gás acabou
Onde vai tão cedo?
É uma corrida de camelos
4,50 no posto
5 reais no mercado
Futuro com medo
É uma corrida de camelos
A última canção
Quem virá pra ver
E quem dira que foi
Tão fácil assim
Viver pra crer
No que chamam de amor
E eu não vou falar das fugas do meu coração
Mas eu vou lembrar do último perdão
Que você pediu pra mim
Me arrependo de tudo no fim
Foi a última vez pra mim
E lágrimas eu já engoli
Nem um centavo eu quero de ti
E eu não contar as suas palavras de amor
E nem quero estar perdo daquela dor
Que você enfincou em mim
Não adianta mais
Passado agora é o fim
Pegar o carro e sair por aí
Procurando tudo que perdi
Não quero perdões jamais
E pena pra mim não trás
O que eu preciso pra seguir
O meu lugar é aqui
Nem precisa falar que devo esquecer
Mas o que tenho em mim só me faz enfurecer
A última canção
As balas no coração
Meu bem querer, Adeus
E quem dira que foi
Tão fácil assim
Viver pra crer
No que chamam de amor
E eu não vou falar das fugas do meu coração
Mas eu vou lembrar do último perdão
Que você pediu pra mim
Me arrependo de tudo no fim
Foi a última vez pra mim
E lágrimas eu já engoli
Nem um centavo eu quero de ti
E eu não contar as suas palavras de amor
E nem quero estar perdo daquela dor
Que você enfincou em mim
Não adianta mais
Passado agora é o fim
Pegar o carro e sair por aí
Procurando tudo que perdi
Não quero perdões jamais
E pena pra mim não trás
O que eu preciso pra seguir
O meu lugar é aqui
Nem precisa falar que devo esquecer
Mas o que tenho em mim só me faz enfurecer
A última canção
As balas no coração
Meu bem querer, Adeus
segunda-feira, 4 de abril de 2011
Filho da Mãe Natureza nº3
Quem sabe o que tem lá fora?
Criança assustada não vê a hora
Da luz mostrar o caminho de volta pra casa
Siga sempre o rio que desce
O vale inteiro até o mar
E vê se consegue voltar a sonhar
Não feche os olhos pra ninguém
Os livros só contam histórias de alguém
Que tem vida nas próprias mãos
E quando chegar a hora
Não tem jeito de ir embora
Peça pras estrelas te levarem daqui
Não adianta mais chorar
Filho da Mãe Natureza tem que fazer sonhar
Não esqueça de quem você é
Que só você pode fazer isso tudo mudar
Criança assustada não vê a hora
Da luz mostrar o caminho de volta pra casa
Siga sempre o rio que desce
O vale inteiro até o mar
E vê se consegue voltar a sonhar
Não feche os olhos pra ninguém
Os livros só contam histórias de alguém
Que tem vida nas próprias mãos
E quando chegar a hora
Não tem jeito de ir embora
Peça pras estrelas te levarem daqui
Não adianta mais chorar
Filho da Mãe Natureza tem que fazer sonhar
Não esqueça de quem você é
Que só você pode fazer isso tudo mudar
sexta-feira, 1 de abril de 2011
Porque você não pode esquecer.
As lajotas no chão estão sempre rachadas
O dia perfeito é apenas fachada
Os predios antigos que cercam a praça
A vida perdida em meio uma farça
O verde de antes é o cinza de agora
A chuva que chove não queima e não molha
Nuvem de insetos não me deixam olhar
Fumaça do cigarro não me deixa pensar
Tudo isso te tenta e te faz se perder
Mas eu digo que você não deve esquecer
O dia perfeito é apenas fachada
Os predios antigos que cercam a praça
A vida perdida em meio uma farça
O verde de antes é o cinza de agora
A chuva que chove não queima e não molha
Nuvem de insetos não me deixam olhar
Fumaça do cigarro não me deixa pensar
Tudo isso te tenta e te faz se perder
Mas eu digo que você não deve esquecer
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